26 de junho de 2014

Pedestres

Andar é ecologicamente correto, faz bem a saúde, desafoga o trânsito é um meio de locomoção entre os diferentes meios de transporte. Mas, nas ruas, não é só o motorista  que precisa estar atento para evitar acidentes. Pedestres também precisam caminhar com atenção, para que não sejam vítimas de atropelamentos. Lembrando que todo motorista também é pedestre.
Dados da Seguradora Líder DPVAT, apontam que os pedestres ficaram em segundo lugar do total de indenizações pagas entre janeiro e março deste ano, representando 32.285. Cerca de 31% dos pagamentos para acidentes fatais  e de 20% para aqueles com invalidez permanente, foram destinados a esse tipo de vítima.
Além dos princípios básicos para a segurança do pedestre como observar o tráfego e olhar atentamente em todas as direções ao atravessar a rua, há outros cuidados que ajudarão a fazer do trânsito de quem caminha pelas ruas cada vez mais seguro.
Fonte: http://www.onsv.org.br/ver/pedestres-454 - Acesso em 26/06/2014

Ciclista é mais feliz que motorista de carro, diz pesquisa

Ciclistas em Munique
Relax: depois dos ciclistas, os passageiros de carro são o segundo tipo de viajante mais feliz

São Paulo – À extensa lista de benefícios que o ciclismo gera para as cidades, adicione mais um: a felicidade. É o que aponta um novo estudo que avaliou como o transporte escolhido afeta o nosso humor e bem estar.
Pessoas que usam a bicicleta nos seus deslocamentos diários são geralmente mais felizes do que aqueles que dirigem carro ou utilizam transporte de massa, mostra a pesquisa “Mood and mode: does how we travel affect how we feel?”.
O estudo oferece insights sobre formas de melhorar os serviços de transporte existentes, priorizando investimentos em áreas que tragam mais resultados positivos.
“Nossos resultados sugerem que o uso da bicicleta pode ter benefícios além daqueles associados à saúde e mobilidade normalmente citados”, dizem os autores.
“Valorizar a experiência emocional no trânsito pode ser tão importante quanto melhorar os recursos de serviços tradicionais, como rodovias e tempo de viagem”, acrescentam.
Depois dos ciclistas, os passageiros de carro são o segundo tipo de viajante mais feliz. Os condutores de automóveis ficaram em terceiro lugar.
Por último, aparecem os pilotos e passageiros de ônibus e trem, considerados os mais infelizes.
O baixo entusiasmo nestes casos, diz a pesquisa, tem a ver com o trajeto mais longo ou menos confortável e, principalmente, com os congestionamentos.
Fonte:

Ver e ser visto torna o trânsito mais seguro

Regra vale para todos, sejam motoristas, motociclistas, ciclistas ou pedestres.

Assessoria de Imprensa Perkons
Mariana Simino

Acidentes de trânsito podem ser provocados pela falta de visibilidade do motorista. O que mostra que trafegar em segurança depende muito da capacidade do condutor ver o que está à sua volta e também de ser visto pelos demais.

O retrovisor central deve ser ajustado para visualizar o máximo possível do vidro traseiro e os retrovisores laterais posicionados de forma que seja visto o mínimo possível da lateral do veículo.
Crédito: Schutterstock
A visão é responsável por 90% das informações necessárias para uma direção segura, de acordo com publicação do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi Brasil), e diversos fatores podem interferir na visibilidade do condutor, como luminosidade, cores, condições climáticas, horário, tipo de veículo, películas ou adesivos nos vidros e objetos que tapem o vidro traseiro. Segundo o diretor da Perkons, empresa especializada em gestão de trânsito, Luiz Gustavo Campos, no caso da luz, por exemplo, tanto a intensidade quanto a variação podem afetar a capacidade de ver. “Vias bem iluminadas e veículos com o sistema de iluminação em perfeitas condições trazem mais visibilidade e segurança ao motorista”, observa Campos.

Ao realizar uma manobra ou a mudança de faixa, é possível que o condutor se surpreenda com o aparecimento de outro veículo que, até então, não estava em seu campo de visão, o chamado ponto cego. De acordo com o especialista do Cesvi Brasil, Emerson Farias, todos os veículos possuem áreas que dificultam a visibilidade, mesmo através dos espelhos.

Os automóveis possuem quatro zonas de pontos cegos: frontal, traseira e as laterais, que podem ser causadas por colunas de sustentação do teto; encostos de cabeça traseiros; luz de freios junto ao vidro traseiro; limpadores dos vidros traseiros; aerofólio; objetos colocados no tampão traseiro; e adesivos colados no vidro traseiro.

A recomendação do especialista para melhorar a visibilidade é realizar as regulagens dos espelhos retrovisores - tanto do central, como dos laterais - para reduzir ao máximo os pontos cegos do veículo. “É indicado que o retrovisor central permita visualizar o máximo possível do vidro traseiro e que os retrovisores laterais estejam posicionados de forma que seja vista o mínimo possível da lateral do veículo”, explica Farias.

Os cuidados também devem ser tomados com as luzes de indicações. A utilização do pisca alerta, por exemplo, deve acontecer somente quando o veículo estiver parado. Em caso de neblina, é necessário reduzir a velocidade, acender a luz baixa e o farol de neblina. Utilizar-se do farol alto apenas em situações com pouca iluminação e quando não há outros veículos transitando no local, já que pode reduzir a visibilidade do condutor de outro automóvel.

Compare o índice de visibilidade
de alguns modelos
O Cesvi Brasil elaborou um ranking que avalia e compara a visibilidade que os veículos proporcionam ao motorista. Esse estudo é chamado de índice de visibilidade e está disponível para consulta no site do CESVI.
Os motociclistas devem ter cuidados especiais. As motos são pequenas e seus condutores têm o hábito de circular entre as faixas e bem próximas aos veículos, com isso se escondem nos pontos cegos. “É imprescindível que os motoristas olhem antes de mudar de faixa e os motociclistas devem circular afastados dos veículos”, alerta o diretor da Perkons. Já os caminhões e ônibus têm amplas áreas de pontos cegos, devido às grandes dimensões. Os outros veículos devem evitar circular muito próximos a eles, especialmente na lateral direita. A dica de Campos é: se você enxergar o rosto do caminhoneiro ao olhar no retrovisor do caminhão, significa que se você o vê bem, ele também te vê.

Objetos refletores são alternativas para ciclistas e pedestres

Pedestres e ciclistas são mais frágeis e difíceis de serem visualizados, especialmente durante a noite. O uso de objetos refletores na bicicleta ou na roupa ajuda a melhorar a visibilidade. Sinalizar as intenções também é importante para manter a segurança do ciclista. Já aos pedestres é indicado evitar cruzar as ruas em locais que dificultem a sua visualização, como atrás de árvores, postes ou outros veículos.

O corretor de seguros Guilherme Schneider Gleich utiliza capacete, luvas e lanternas na bicicleta
Crédito: Karina Trzeciak
Alguns países europeus, os Estados Unidos e o Canadá recomendam e/ou exigem que os pedestres que trafegam à noite usem refletores na roupa. Na cidade Calgary, em Alberta, no Canadá, há a  campanha "Look out for each other" (“Estejam atentos uns aos outros”) com o objetivo de mostrar a importância de ser visto com antecedência.

O corretor de seguros Guilherme Schneider Gleich, é ciclista há 16 anos e sempre teve preocupação com a segurança. Quando criança, ele viajava com seus pais, quase todo fim de semana, para conhecer o litoral sul do país de bicicleta. Na época, os equipamentos eram bem mais caros e apenas ciclistas profissionais tinham o costume de usá-los. “Adaptávamos equipamentos de motocicleta, como o retrovisor, pois os disponíveis nas lojas eram pequenos e não proporcionavam uma visibilidade adequada. Parecíamos ‘ETs’ usando capacetes, luvas e lanternas nas bicicletas”, recorda.

Hoje, a bicicleta do corretor é equipada com diversos tipos de luzes. Além disso, ele usa roupas coloridas e capacetes com refletores nos passeios. “Minha bike parece um carro alegórico de carnaval. Tenho o costume de manter ligadas as luzes durante dias ensolarados também, pois dá a garantia de ser visto no trânsito e, assim, tornar o trajeto mais seguro”, afirma.

Para bicicletas, o inciso VI artigo 105 do CTB exige espelho retrovisor do lado esquerdo, campainha e sinalização noturna composta de retrorrefletores.

Fonte:  http://www.perkons.com.br/noticia/1526/ver-e-ser-visto-torna-o-transito-mais-seguro - Acesso em 17/06/2014

14 de maio de 2014

INFORME - Campanha Maio Amarelo - Guarda Municipal de São José



Comandante da Guarda Municipal de São JoséMarcelo Muller, concede entrevista a TV Câmara de São José, sobre a ações relacionadas ao Movimento Maio Amarelo.

Guarda Municipal de São José inicia programação da Campanha Maio Amarelo

Foi realizada abordagem aos pedestres na Beira-Mar e também com os servidores da Prefeitura Municipal
Os guardas municipais distribuem o laço, símbolo da campanha Maio Amarelo, e falam sobre os cuidados no trânsito
Os guardas municipais distribuem o laço, símbolo da campanha Maio Amarelo, e falam sobre os cuidados no trânsito
A Guarda Municipal de São José realizou, na manhã desta segunda-feira (05), uma ação da Campanha Maio Amarelo, que ter como objetivo incentivar a conscientização e reduzir o número de mortes no trânsito.
A mobilização foi realizada na Avenida Beira-Mar de São José, com abordagem aos pedestres para falar da importância da educação no trânsito e distribuir o laço amarelo, símbolo da campanha.
Jofer Fernandes foi abordado pela equipe da Guarda e disse que acha muito importante essa atitude de conscientização. “Isso deveria ser feito sempre, não só no mês de maio. O trânsito só será resolvido pela sociedade, e sabemos que o ser humano é difícil, por isso é importante gerar esta cultura de conscientização da sociedade para diminuir o número de mortes no Brasil”, assinalou.
Loisberto José Barbosa também foi abordado e elogiou a iniciativa, afirmando que hoje em dia existem muitas pessoas irresponsáveis, muita intolerância e as pessoas acabam saindo de casa com medo.
A secretária de Educação, Méri Hang, destaca que a campanha também é feita nas escolas para a formação de uma nova geração mais consciente
A secretária de Educação, Méri Hang, destaca que a campanha também é feita nas escolas para a formação de uma nova geração mais consciente
A ação também foi realizada na Prefeitura Municipal de São José. A equipe da Guarda Municipal passou nas secretarias destacando a conscientização e os cuidados no trânsito. Para a professora Ângela Gonçalves, do Setor Pense Educação, a ação é muito positiva, pois está sendo feita de uma maneira informal. “Esta é uma maneira bacana de conscientizar e prevenir”, avalia.
Para a secretária de Educação, Méri Hang, a ação da Guarda Municipal é de fundamental importância, não só na divulgação para os servidores, mas para toda a população. “É muito importante que tenhamos um trânsito tranquilo e seguro. Somos parceiros em diversas ações nas escolas, pois entendemos que uma criança bem conscientizada, será também um adulto bem conscientizado”, afirma a secretária.
Além das crianças, os pais também são alvo da campanha. Nesta quinta-feira (8), por exemplo, será realizada uma palestra no CEI Zenir Kretzer Borges, na Colônia Santana, a partir das 19h, com enfoque na educação e conscientização no trânsito.
Segundo o comandante da Guarda Municipal de São José, Marcelo Muller, no Brasil, 150 pessoas morrem por dia nas vias públicas, sendo que o município de São José está em 43° no ranking do Denatran de mortes no trânsito.
“A BR 101, que corta o município de São José, potencializa este número de mortes, mas a campanha é muito importante para chamar atenção para o que acontece atualmente e também para conscientização das pessoas para a educação no trânsito”, explica o comandante.
O Movimento Maio Amarelo tem a proposta de chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo. “Se conseguirmos salvar uma vida com a conscientização da campanha, para nós já será gratificante”, afirma Muller.
Confira a programação do Maio Amarelo
05/05 – Doação de sangue para vítimas de acidentes de trânsito, Hemosc, a partir das 14h
12/05 – Comando Educativo, Avenida Lédio João Martins, no Kobrasol, das 10h às 15h
19/05 – Mini Pista de Trânsito, Colégio Maria Luiza de Melo, Kobrasol, das 8h às 14h
27/05 – Palestra “Trânsito como tema transversal”, com Irene Rios, no auditório da Secretaria de Educação, PMSJ, às 14h
29/05 – Palestra “Segurança no Trânsito qual o meu papel?”, com Irene Rios, no auditório da Secretaria de Educação, PMSJ, às 14h
Fotos: Glaicon Covre – Secom/PMSJ
Fonte:

Guarda Municipal de São José promove ações para a campanha Maio Amarelo

Guarda Municipal de São José promove ações para a campanha Maio Amarelo


Glaicon Covre – Secom/PMSJ

Durante todo o mês, os guardas municipais estão usando o laço da campanha Maio Amarelo de conscientização no trânsito

A Guarda Municipal de São José promoverá, durante todo este mês, ações do Movimento Internacional Maio Amarelo. O objetivo da campanha é incentivar a conscientização e reduzir n número de mortes no trânsito.Para marcar a campanha, estão sendo programadas diversas atividades especiais de educação para o trânsito. Segundo o comandante da Guarda Municipal de São José, Marcelo Muller, no Brasil, 150 pessoas morrem por dia nas vias públicas, sendo que o município de São José está em 43° no ranking do Denatran de mortes no trânsito.

“A BR 101, que corta o município de São José, potencializa este número de mortes, mas a campanha é muito importante para chamar atenção para o que acontece atualmente e também para conscientização das pessoas para a educação no trânsito”, explica o comandante.

O Movimento Maio Amarelo tem a proposta de chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo. “Se conseguirmos salvar uma vida com a conscientização da campanha, para nós já será gratificante”, afirma Muller.
O lançamento da campanha será nesta sexta-feira (2), no 42° Rodeio Nacional do CTG os Praianos, onde será realizado o Comando Educativo e Blitz da Balada.

Fonte:

29 de abril de 2014

O Movimento Maio Amarelo

O Movimento MAIO AMARELO nasce com uma só proposta: chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito de todo o mundo. O objetivo do movimento é uma ação coordenada entre Poder Público e a sociedade civil. A intenção é colocar em pauta o tema segurança viária e, mais do que chamar a atenção da sociedade sobre os altos índices de mortes, feridos e sequelados permanentes no trânsito no país e no mundo, mobilizar o seu envolvimento e também dos órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações, sociedade civil organizada para, fugindo das falácias cotidianas e costumeiras, efetivamente discutir o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento, abordando toda a amplitude que o tema exige, nas mais diferentes esferas.
Na carona do sucesso de outros movimentos, como o “Outubro Rosa” e “Novembro Azul”, os quais, respectivamente, tratam dos temas câncer de mama e próstata, o “MAIO AMARELO” estimula você a promover atividades voltadas a conscientização, ao amplo debate das responsabilidades e avaliação de riscos sobre o comportamento de cada cidadão, dentro de seus deslocamentos diários no trânsito.
E por isso, o seu símbolo não poderia ser diferente ao laço escolhido, na cor amarela, cuja simbologia em relação a conscientização no combate ao câncer de mama, de próstata (e a sua identificação precoce) e, até mesmo, ao vírus do HIV, está amplamente consolidada pela sociedade. A escolha propositada do laço como símbolo do Movimento vai ao encontro da necessidade da sociedade tratar os acidentes de trânsito como uma verdadeira epidemia e, consequentemente, acionar cada cidadão a adotar as cautelas e prudência hábeis a poupá-lo de ser uma vítima.
Vale ressaltar que o MAIO AMARELO, como o próprio nome traduz, é um movimento, uma ação, não uma campanha, ou seja, cada cidadão, entidade ou empresa pode utilizar o laço do “MAIO AMARELO” em suas ações de conscientização tanto no mês de maio, como, na medida do possível, durante o ano inteiro.
A motivação para o Movimento MAIO AMARELO não é novidade para a sociedade. Muito pelo contrário, é respaldada em argumentos de conhecimento público e notório, mas comumente desprezados sem a devida reflexão sobre o impacto na vida de cada cidadão.
Em conclusão, aguarda-se a participação e envolvimento de todos comprometidos com o bem-estar social, educação e segurança em decorrência de cultura própria e regras de governança corporativa e função social, razão pela qual, convidamos você, sua entidade ou sua empresa a levantar essa bandeira e fazer do mês de maio o início da mudança e do AMARELO a cor da “atenção pela vida”.
Sobre a Década de Ação para Segurança no Trânsito
A Assembleia-Geral das Nações Unidas editou, em março de 2010, uma resolução definindo o período de 2011 a 2020 como a “Década de Ações para a Segurança no Trânsito". O documento foi elaborado com base em um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) que contabilizou, em 2009, cerca de 1,3 milhão de mortes por acidente de trânsito em 178 países. Aproximadamente 50 milhões de pessoas sobreviveram com sequelas.
São três mil vidas perdidas por dia nas estradas e ruas ou a nona maior causa de mortes no mundo. Os acidentes de trânsito são o primeiro responsável por mortes na faixa de 15 a 29 anos de idade, o segundo na faixa de 5 a 14 anos e o terceiro na faixa de 30 a 44 anos. Atualmente, esses acidentes já representam um custo de US$ 518 bilhões por ano, ou um percentual entre 1% e 3% do produto interno bruto de cada país.
Se nada for feito, a OMS estima que 1,9 milhão de pessoas devem morrer no trânsito em 2020 (passando para a quinta maior causa) e 2,4 milhões, em 2030. Nesse período, entre 20 milhões e 50 milhões de pessoas sobreviverão aos acidentes a cada ano com traumatismos e ferimentos. A intenção da ONU com a "Década de Ação para a Segurança no Trânsito" é poupar, por meio de planos nacionais, regionais e mundial, cinco milhões de vidas até 2020.
O Brasil aparece em quinto lugar entre os países recordistas em mortes no trânsito, precedido por Índia, China, EUA e Rússia e seguido por Irã, México, Indonésia, África do Sul e Egito. Juntas, essas dez nações são responsáveis por 62% das mortes por acidente no trânsito.
O problema é mais grave nos países de média e baixa renda. A OMS estima que 90% das mortes acontecem em países em desenvolvimento, entre os quais se inclui o Brasil. Ao mesmo tempo, esse grupo possui menos da metade dos veículos do planeta (48%), o que demonstra que é muito mais arriscado dirigir um veículo — especialmente uma motocicleta — nesses lugares.
As previsões da OMS indicam que a situação se agravará mais justamente nesses países, por conta do aumento da frota, da falta de planejamento e do baixo investimento na segurança das vias públicas.
De acordo com o Relatório Global de Segurança no Trânsito 2013, publicado pela OMS recentemente, 88 países membros conseguiram reduzir o número de vítimas fatais. Por outro lado, esse número cresceu em 87 países.
A chave para a redução da mortalidade, segundo o relatório, é garantir que os estados-membros adotem leis que cubram os cinco principais fatores de risco: dirigir sob o efeito de álcool, excesso de velocidade, não uso do capacete, cinto de segurança e cadeirinhas. Apenas 28 países, que abrigam 7% da população mundial, possuem leis abrangentes nesses cinco fatores.
O relatório destaca que:
- 89 países, cobrindo 66% da população mundial, têm legislação com relação a beber e dirigir, com limite de álcool no sangue de 0.05g/dl ou menor, conforme recomendado pela OMS;
- 90 países, cobrindo 77% da população mundial, têm leis que obrigam o uso de capacete;
- 111 países, cobrindo 69% da população mundial, têm leis que obrigam o uso do cinto de segurança para todos os ocupantes;
- 96 países, cobrindo 32% da população mundial, têm uma legislação para cadeirinhas.
O documento também aponta que na maioria dos países – mesmo alguns daqueles com melhores resultados – a aplicação das leis é inadequada.
Alguns grupos foram identificados como aqueles com maior risco de morrer em acidentes de trânsito:
- 59% das vítimas fatais estão na faixa etária dos 15 aos 44 anos, e 77% são homens;
- pedestres e ciclistas representam 27% de todas as mortes no trânsito. Em alguns países, esse percentual é superior a 75%, resultado de décadas de negligência com a segurança desses usuários nas políticas públicas, em favor do transporte motorizado;
- o risco de morrer em um acidente de trânsito é maior na África (24.1 a cada 100 mil pessoas) e menor da Europa (10.3 a cada 100 mil)
COMO PARTICIPAR
O Movimento MAIO AMARELO foi criado para conscientizar a sociedade da importância de um comportamento seguro no trânsito. Para isso, cada um que apoiar o Movimento pode desenvolver ações e materiais para o MAIO AMARELO.
Veja abaixo algumas ideias que podem inspirar suas ações.
Fonte: http://maioamarelo.com/ - Acesso em 29/04/2014