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4 de fevereiro de 2014

Capacete para moto não é boné; saiba como usá-lo corretamente

Não adianta só colocá-lo na cabeça: capacete ‘frouxo’ vai voar.
Na hora da compra, escolha um que pareça até menor do que sua cabeça.


Roberto Agresti


O capacete é de longe o mais evidente equipamento de segurança do motociclista e, no Brasil, seu uso é obrigatório. Porém, mais do que a lei, é o bom senso que deve fazer do uso de uma proteção para o crânio algo automático quando se monta em uma motocicleta, seja qual for seu tamanho, peso ou potência.
Porém, colocar um capacete na cabeça por si só não é suficiente para garantir que, em caso de acidente, danos físicos na região craniana sejam minimizados.
Cinta jugular
A primeira e mais importante regra diz respeito à fixação do capacete à sua cabeça, por meio da chamada cinta jugular. Esta cinta JAMAIS pode estar frouxa, devendo permanecer 100% em contato com a parte inferior de seu maxilar.
Cinta jugular do capacete não pode estar frouxa (Foto: Fábio Tito/G1)Cinta jugular do capacete não pode estar frouxa
(Foto: Fábio Tito/G1)
Incomoda? Pode ser, mas se a cinta jugular não estiver ajustada assim, a chance do capacete sair da sua cabeça e rolar como uma bola para longe de seu crânio em caso de impacto contra o solo ou outro obstáculo qualquer – acarretando consequências bem ruins – é líquida e certa.
Infelizmente, a consciência deste tipo de mau uso é pequena. Com um pouco de observação nota-se que uma expressiva parcela dos motociclistas anda com a cinta jugular frouxa ou, pior ainda, sem estar afivelada, vestindo o capacete como se fosse um boné.  Isso por um suposto conforto ou a facilidade de tirar e colocar o capacete com rapidez.
No passado, fechos de capacete até podiam ser considerados chatinhos de operar, pois geralmente eram constituídos por duas argolas, onde a cinta deveria ser passada de forma relativamente lenta. Esse tipo de fecho, de argolas, é ainda considerado o mais seguro e por conta disso é usado em capacetes mais sofisticados. Porém, modelos de fecho simplificado, de engate rápido, estão cada vez mais populares e nem por isso são prejudiciais à segurança.
Capacete não pode ser folgado

 
Capacete tem de ficar justo na cabeça (Foto: Fábio Tito/G1)Capacete tem de ficar justo na cabeça
(Foto: Fábio Tito/G1)
Outro fator importante para que um capacete cumpra sua função da melhor maneira possível é o ajuste à sua cabeça: capacete não pode ser folgado. Na hora da compra, deve-se escolher um que pareça até menor do que sua cabeça – sem exagero – considerando que, com pouco tempo de uso, a espuma da forração cederá o tanto necessário para que ele fique justo, confortável, mas jamais folgado.
Modelos de capacete fechados, também chamados de “integrais” são, por evidentes razões, mais seguros do que os capacetes abertos, que não têm proteção para o queixo. Todavia, em uma utilização urbana em baixas velocidades, em localidades quentes e sem vias expressas de trânsito rápido, os modelos abertos são plenamente adequados, cumprindo a função primordial de proteger o crânio.
E a viseira?
Viseira é essencial para proteger os olhos (Foto: Fábio Tito/G1)Capacetes tanto abertos como fechados devem, por lei, ser equipados com viseira ou, na ausência dela, o motociclista precisa usar óculos de proteção, como os dos pilotos em competições fora-de-estrada, como enduro ou motocross.Viseira é essencial para proteger os olhos(Foto: Fábio Tito/G1)

Para todos os bolsos

Uma palavra final merece ser dita sobre a imensa variedade de tipos e marcas de capacetes nas lojas. Há preços muito diferentes entre si, o que pode causar certa confusão na mente de um motociclista iniciante. Será mesmo que um capacete caríssimo, que custa dez vezes ou mais do que outro é capaz de oferecer dez vezes mais proteção?
Capacetes para motociclistas (Foto: Rafael Miotto/G1)Capacetes para motociclistas
(Foto: Rafael Miotto/G1)
Como sempre, há de se usar o bom senso nesta hora: capacetes também têm grife, e as mais badaladas – geralmente marcas importadas, usadas pelos grandes campeões do motociclismo – são produtos caros por usarem alta tecnologia, matéria-prima sofisticadas e...  têm taxas de importação absurdamente altas.
Felizmente, optar por um produto nacional não implicará abrir mão de segurança ou mesmo qualidade construtiva. Há uma rígida norma aplicada à fabricação e comercialização dos capacetes no Brasil, assim como há boas marcas de capacetes nacionais. Marcas internacionais famosas, de olho em nosso grande mercado, também se estabeleceram no país com linhas de montagem, visando maior competitividade e barateamento de custos, e seguindo o mesmo padrão estabelecido em seus países de origem.
Assim, a orientação mais adequada é optar pelo equilíbrio, valorizando a relação custo-benefício que combine com seu bolso, gosto, e necessidade prática. Mas o principal você já sabe: usar sempre, e bem afivelado.
Como é lá fora

 
Em Milwaukee não é obrigatório o uso de capacete para anda de moto (Foto: Rafael Miotto/G1)Em Wisconsin, nos Estados Unidos,
não é obrigatório o uso de capacete para andar de
moto (Foto: Rafael Miotto/G1)
Há quem pense que a lei que obriga o uso do capacete é uma violência contra o livre arbítrio, uma intromissão excessiva no direito individual das pessoas. Segundo essa vertente de raciocínio, ao optar por não usar o equipamento o motociclista não prejudicará a ninguém senão a ele mesmo e, portanto, cada um deveria ser livre para decidir se proteger ou não.
Nos Estados Unidos, cada estado pode legislar sobre este tema individualmente. Isso faz com que na Califórnia, Flórida e Wisconsin, entre outros estados, seja possível pilotar motos sem capacete. Na França, país radicalmente motociclista, os “motards” não podem exercer a “liberté” de circular sem o equipamento, e o mesmo ocorre em praticamente todos os países onde a cultura do uso da motocicleta faz parte do dia a dia da maioria da população.
Capacete também é obrigatório na França (Foto: Rafael Miotto/Arquivo pessoal)Capacete também é obrigatório na França
(Foto: Rafael Miotto/Arquivo pessoal)
Exemplos disso são a Grã-Bretanha, Itália, Alemanha e Espanha, onde o uso obrigatório do capacete não está mais em discussão, com a evidente eficácia do acessório superando belos princípios acerca da liberdade individual, mas que não trazem nenhuma contrapartida positiva de ordem prática. 

6 de janeiro de 2014

Dirigir de ressaca é tão perigoso quanto dirigir bêbado, aponta estudo


Da Redação

Que o álcool e a direção não combinam e podem causar graves acidentes já é de conhecimento de todo mundo e isto sempre é lembrado em campanhas educativas e de trânsito. 

A novidade é que estudos apontam que conduzir um veículo de ressaca pode ser tão perigoso quanto dirigir alcoolizado. 

A avaliação de cientistas da Grã-Bretanha e da Holanda é de que os efeitos provocados pela ingestão de bebidas alcoólicas vão além do que se imagina. 

Até então, acreditava-se que os sintomas sentidos no corpo humano duravam apenas enquanto existia a concentração de álcool no sangue. 

No entanto, pesquisas realizadas em simuladores mostraram que as pessoas com ressaca apresentavam variações de velocidade na condução do carro, demora no tempo de reação, erros e desvios. 

A avaliação ocorreu depois que a concentração de álcool no sangue dos participantes voltou a zero. 

Mesmo assim, os cientistas observaram que o comportamento era muito parecido com o do momento em que ainda estavam alcoolizados. 

Em testes com os mesmos voluntários, só que desta vez sem a ingestão de álcool, os participantes demonstraram bons resultados na condução dos veículos, sem a perda de atenção demonstrada no teste durante a ressaca. 

Os estudos foram realizados na Universidade West of England e na Universidade de Utrecht, na Holanda.

Fonte: http://www.regiaonoroeste.com/portal/materias.php?id=54032 - Acesso em 26/12/2013

26 de novembro de 2013

Acidentes de trânsito matam 980 mil pessoas no Brasil em 31 anos

Estudo, que considera o período entre 1980 e 2011, mostra retomada da violência no tráfego, impulsionada pela alta de casos com motos.

Bruno Paes Manso - O Estado de S. Paulo 

Morreram em acidentes de trânsito no Brasil 980.838 pessoas entre os anos de 1980 e 2011. Neste último ano, o País alcançou a maior taxa de mortes por cem mil habitantes desde que os dados começaram a ser contabilizados. Foram 22,5 mortes por 100 mil habitantes, pico que já havia sido alcançado em 1996, antes da criação do Código Brasileiro de Trânsito, que logo depois que começou a vigorar contribui para quedas importantes nas taxas.

Os dados são do Mapa da Violência 2013, acidentes de trânsito e motocicletas, feita pelo Centro Brasileiro de Estudos Latino Americanos (Cebela).
As motos foram os maiores vilões da retomada da violência no trânsito no Brasil, com crescimento de 742,5% nos últimos 15 anos. Em 1996, morriam por acidentes de moto 0,9 pessoas por 100 mil habitantes. O total cresceu para 7,6 mortes por 100 mil habitantes em 2011. No mesmo período, as mortes em acidentes por automóvel também subiram, mas em proporção menor (41,2%). Em 2011, morreram em acidentes de carro 6,5 pessoas por 100 mil habitantes.
Desde 2008, as motos são as principais causadores de morte no trânsito brasileiro. Tradicionalmente, os pedestres eram as maiores vítimas. Em 1996, morriam 15,6 pedestres por 100 mil habitantes, total 17 vezes maior do que os mortos em motos. Atualmente, as vítimas nas motocicletas é 25% mais alta do que os que andam a pé.
Entre os Estados, Tocantins lidera as taxas de mortes no trânsito, com 37,9 mortes por 100 mil habitantes. É seguido por Rondônia (37,5 por 100 mil), Mato Grosso (35,2), Piauí (34,7) e Mato Grosso do Sul (34,7). O Estado de São Paulo fica na 25ª colocação, com 17,7 mortes por 100 mil habitantes, a frente do Rio de Janeiro (17,2) e Amazonas (14,4), este último, o trânsito menos violento do Brasil. Nos casos de morte de motociclistas, o campeão é o estado do Piauí, com 30,4 mortes por 100 mil habitantes.
Ainda de acordo com o levantamento, a cidade de Presidente Dutra, no Maranhão, é a cidade com o trânsito mais violento do Brasil. Com população de 45.155 habitantes, teve 219 mortes nos últimos cinco anos, o que significa uma taxa de 285,7 mortes por 100 mil habitantes, total 16 vezes maior do que a do Estado de São Paulo.

Fonte:

15 de julho de 2013

Motociclistas

Motocicletas são consideradas mais práticas por circularem com mais facilidade no tráfego cada dia mais lento das grandes cidades além de darem uma maior sensação de liberdade. Em contra partida, as motocicletas trazem a desvantagem de aumentar a vulnerabilidade de seus condutores, expondo-os a riscos maiores em caso de acidente.
Para poder desfrutar a liberdade e a praticidade das motocicletas é importante obedecer à legislação e seguir algumas regras de segurança, como usar capacete, segurar o guidão com as duas mãos e usar roupas de proteção com adesivos refletores.

Habilitação: para poder dirigir uma motocicleta, o condutor deve portar Carteira Nacional de Habilitação na categoria A.


Equipamentos e Vestimentos de Segurança

Capacete e Viseira: O uso de capacete reduz drasticamente o número de ferimentos graves em caso de acidentes envolvendo motociclistas. Por isso, condutor e passageiro devem usá-lo, mesmo em trajetos curtos.
O capacete com viseiras transparentes é a principal forma se segurança do motociclista. As viseiras protegem os olhos do condutor contra partículas de poeira, pequenos insetos voadores ou pedregulhos ejetados do asfalto, evitando acidentes. Quando o capacete não apresentar viseira embutida é necessário o uso de óculos protetores.

Roupas: Para diminuir a possibilidade de sofrer ferimentos em caso de queda ou acidente é importante que o motociclista vista roupas resistentes. Use casacos, calças de tecido grosso, luvas e botas de couro.
Tenha faixas adesivas refletoras nas costas, frente e braços da jaqueta. A utilização de roupas com detalhes que refletem a luz dos faróis dos carros permitem que os motoristas vejam as motocicletas a uma distância maior.


O Código de Trânsito Brasileiro - Lei n° 9.503, de 23 de setembro de 1997 - determina no seu art. 54 "que os condutores de motocicletas, motonetas e ciclomotores só poderão circular nas vias: utilizando capacete de segurança, com viseira ou óculos protetores; segurando o guidom com as duas mãos; usando vestuário de proteção".


Comportamento
Mesmo utilizando todos os equipamentos de segurança o motociclista deve adotar um comportamento seguro no trânsito. Veja a seguir algumas dicas que podem ajudar a evitar acidentes: 
  • Trafegue sempre com os faróis acesos, durante o dia ou à noite. Com isso você permite que os motoristas vejam a motocicleta a uma distância maior.
  • Evite "costurar" o tráfego em engarrafamentos. Por ser um veículo de menores dimensões os motoristas tem dificuldade de enxergar as motocicletas.
  • Use roupas claras ou de cores fortes para ser visto com facilidade pelos motoristas.
  • Ao fazer ultrapassagens, não utilize a mesma faixa ocupada pelo veículo.
  • Sempre pare antes de atravessar um cruzamento, mesmo que o semáforo esteja aberto para você.
  • Estacione sua moto perpendicular à guia da calçada.
  • Crianças são mais vulneráveis a ferimentos. Nunca transporte crianças em motocicletas.
  • Trafegue sempre a uma distância segura dos automóveis e só ultrapasse quando tiver certeza de que foi visto pelo motorista. Como as motos são veículos menores e ágeis, muitas vezes não são percebidas pelos motoristas de automóveis, ônibus, caminhões, ou até mesmo pelos pedestres.

Ponto cego: É a região onde os objetos "somem" do campo de visão do motorista, ou seja, ele não consegue ver a motocicleta trafegando junto ao veículo.

Os Doze Mandamentos do Motociclista
A Associação Brasileira de Motociclistas (Abram) tem uma lista com "doze mandamentos" para a segurança dos motociclistas nas ruas e nas estradas brasileiras.

1. Mantenha a motocicleta sempre em ordem
Verifique a calibragem e o estado geral dos pneus; verifique farol, setas, lanterna e luz de freio; Verifique o cabo, lonas, ou pastilhas, fluido e a regulagem se for freio hidráulico; verifique o cabo, e a regulagem da folga ideal do sistema hidráulico; verifique os amortecedores traseiros e as bengalas dianteiras quanto a vazamentos; verifique a vela, cachimbo e cabo; troque periodicamente o conjunto de coroa, corrente e pinhão; tenha sempre a mão a CNH, DUT, IPVA e o seguro obrigatório; utilize o protetor de pernas ("mata-cachorro") e antena anti- cerol.

2. Pilote utilizando equipamentos de segurança
Capacete aprovado pelo Inmetro; calça e jaqueta de tecido resistente (preferencialmente de couro); use sempre botas ou sapatos reforçados e luvas, de preferência de couro.

3. Reduza a velocidade
Quanto menor a velocidade, maior será o tempo disponível para lidar com o perigo de uma condição adversa ou situações inesperadas, como mudança súbita de trajetória de outro veículo.

4. Atenção e concentração
O ato de pilotar motocicletas exige muita atenção do motociclista, por isso evite se distrair.

5. Respeite a sinalização de trânsito
Conheça e respeite os sinais e as placas de trânsito.

6. Cuidado nos cruzamentos
Os cruzamentos são os locais de maior incidência de acidentes de trânsito, então redobre a sua atenção e reduza a velocidade ao se aproximar, principalmente nos cruzamentos sem sinalização de semáforos.

7. Cuidado nas ultrapassagens
Sinalize com antecedência sua manobra e certifique-se de que você realmente foi visto pelo motorista a ser ultrapassado; cuidado ao passar entre veículos, principalmente ônibus e caminhões.

8. Cuidado com pedestres
Lembre-se de que o pedestre tem prioridade no trânsito urbano; seja cordial e cuidado com os pedestres desatentos, principalmente crianças e idosos.

9. Seja visto
Ao pilotar à noite, use roupas claras e com materiais refletivos; se estiver em rodovia ligue o pisca alerta.

10. Alcoolismo
Está mais que provado que bebida e direção não combinam. Então, se beber não pilote, fique vivo no trânsito.

11. Mantenha distância
É imprescindível manter uma distância segura dos veículos à frente (cerca de cinco metros) principalmente em avenidas e rodovias.

12. Cuidado com a chuva
Redobre a atenção, reduza a velocidade e evite freadas bruscas; lembre-se de que nestas condições o tempo de frenagem é duas vezes maior que o normal.

Fonte: 
http://www.transitoideal.com/pt/artigo/1/condutor/50/motociclistas?__akacao=1493906&__akcnt=1bc33edb&__akvkey=bf0a&utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=150713_news_julB13#sthash.4RMo9cXv.dpuf - Acesso em 15/07/2013

1 de julho de 2013

XIII Prêmio Denatran de Educação no Trânsito



XIII Prêmio de Educação no Trânsito
O Prêmio Denatran de Educação no Trânsito elege anualmente os melhores trabalhos produzidos sobre o tema Trânsito. O concurso, promovido pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), tem o objetivo de incentivar diversos setores da sociedade a refletirem sobre aspectos relativos à segurança, ao respeito e a cidadania no trânsito.

Dúvidas referentes ao concurso – premio.denatran@cidades.gov.br
Fonte:
http://www.denatran.gov.br/premio/XIIIpremio/premio2013.htm - Acesso em 01072013

4 de abril de 2013

Indenizações pagas pelo DPVAT registram crescimento de 39%

Talita Inaba - Portal do Trânsito


Da redação do Portal do Trânsito

A Seguradora Líder, responsável pelo pagamento do seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT) divulgou nesta terça feira (26) o boletim referente ao ano de 2012 sobre acidentes de trânsito.

Os casos de Invalidez Permanente representaram a maioria das indenizações pagas pelo seguro no período, 69%, mantendo o mesmo comportamento observado no ano anterior e representando um crescimento de 47% em relação às indenizações de 2011.

Nos casos de morte apesar de apresentar um crescimento de 5% em relação a 2011, sua participação em 2012 foi menor na quantidade de sinistros pagos em relação às demais coberturas.

Em números absolutos foram pagas 352.495 indenizações por invalidez permanente e 60.752 por mortes no período de janeiro a dezembro de 2012.

No ano de 2012, a maior incidência de indenizações pagas foi para vítimas entre 18 e 34 anos (51%), predominantemente do sexo masculino (41%), mantendo o comportamento observado no ano de 2011.

De janeiro a dezembro de 2012, a maioria das vítimas indenizadas pelo Seguro DPVAT foram do sexo masculino, 77%, percentual idêntico ao ano anterior. A maior incidência de vítimas foram os motoristas (58%), e dentre estes, 45% foram do sexo masculino.

A maior incidência foi de Invalidez Permanente, que representou 69% das indenizações pagas, aumentando em 4 pontos percentuais a participação dessa cobertura frente o mesmo
período de 2011.


No ano de 2012, a motocicleta representou a maior parte das indenizações, 69% dos pagamentos, sendo o anoitecer o período de maior incidência de acidentes indenizados, seguido pela tarde.

De janeiro a dezembro de 2012, 58% das indenizações pagas pelo Seguro DPVAT, por tipo de vítima, foi para motoristas, sendo que o período com maior incidência de acidentes indenizados foi o anoitecer seguido pela tarde.

Para ler o Boletim Estatístico na íntegra, clique aqui.

Saber se posicionar no trânsito pode evitar diversos acidentes

No conturbado trânsito urbano, pedestres são obrigados a desviar de automóveis que param sobre a faixa, comprovando a falta de respeito de vários motoristas.

Um dos grandes dilemas de cidades médias e grandes é a postura dos motoristas ao volante. A maioria ainda ignora os princípios básicos de civilidade e tumultua a circulação de veículos pelo egoísmo e desconhecimento das regras básicas. Saiba o que pode ser feito para diminuir a agressividade entre os motoristas e as ruas e avenidas não se transformem em cenário de guerra urbana.


Para garantir um trânsito mais seguro e dinâmico, o Código de Trânsito Brasileiro determina onde cada veículo deve estar e quem tem a preferência. Separamos algumas situações-chave para você conferir se ainda está em dia com as lições da autoescola.

RETORNO NO CANTEIRO CENTRAL Essa é das dúvidas repentinas que mais assolam os motoristas. O jeito certo é permanecer à sua esquerda, próximo ao canteiro central. Não esqueça de sinalizar a intenção de retornar, já que a faixa da esquerda é comumente usada para o trânsito rápido.

ROTATÓRIA Regrinha básica também: quando não há sinalização, a preferência é de quem já está na rotatória. Saber se posicionar no trânsito pode evitar diversos acidentes, desde os graves até aqueles que trazem dor de cabeça e prejuízo


NA PRAÇA Você se aproxima de uma praça que oferece a opção de conversão em diversas ruas e pretende contorná-la. O melhor é se manter à esquerda, para não atrapalhar os outros veículos que pretendem entrar em alguma dessas ruas.

CRUZAMENTO SEM SINALIZAÇÃO Sabe quando dá a louca nos sinais e eles param de funcionar? Se não chegar ninguém para controlar o trânsito, de quem será a preferência? Bom, daí depende. Em primeiro lugar, a preferência é do carro que transita por uma rodovia. Nos demais casos, a preferência é dos veículos que vierem à direita do condutor.

VEÍCULO EM URGÊNCIA Está no código de trânsito. Quando se percebe a aproximação de veículos em urgência (ambulância, polícia, salvamento etc.), os demais veículos devem deixar a faixa da esquerda livre, deslocando-se para direita e parando, se necessário.

SINAL X FAIXA Sinal verde é para o carro passar, correto? E na faixa de pedestre a preferência é dos transeuntes, ok? E quando as duas sinalizações se encontram, o que prevalece? O sinal!

FILA NA ESTRADA Essa situação também é clássica. Naquela estrada com pouquíssimos pontos de ultrapassagem, é comum formar uma fila de carros atrás dos veículo mais lentos, como um caminhão carregado. Daí vira aquele festival de absurdos, um carro cortando o outro. Para que todos sejam respeitados, o correto é que os veículos da fila mantenham distância entre si para possibilitar que os motoristas que queiram ultrapassar possam ir intercalando o comboio.

FECHANDO O CRUZAMENTO Engana-se o motorista que tem o direito de fechar um cruzamento só porque o sinal está aberto. É preciso prestar atenção e, caso não caiba mais nenhum carro depois do cruzamento, o melhor é esperar. E nada de invadir a faixa de pedestre.

NO SENTIDO CERTO
Para estacionar na rua, quando não houver sinalização orientando, é preciso estar atento ao sentido do fluxo. Se você estacionar seu carro no sentido oposto estará sujeito a multa.
NA PERPENDICULAR Também existem normas para as motos estacionarem. A posição correta, também se não houver sinalização orientando, é na perpendicular em relação ao meio-fio.

NÃO ABRA A CURVA Olha essa. O artigo 35 do CTB determina que antes de qualquer deslocamento lateral, que pode ser entendido como a transposição da faixa de trânsito, o motorista deve indicar seu propósito de forma clara e com a devida antecedência. Então, nada de abrir a curva, invadindo a faixa ao lado, a não ser que você esteja dirigindo uma carreta. Mas se for fazer, não deixe de sinalizar.

4 de fevereiro de 2013

Paródias de trânsito no ritmo de "marchinhas de carnaval"

Direção e Bebida  

Ritmo: Cachaça (Você pensa que cachaça é água...) Mirabeau Pinheiro-Lúcio de Castro-Heber Lobato 

Você pensa em voltar dirigindo,
Então não pode beber não,
Direção exige consciência,
E bebida lhe deixa “doidão”.

Você pode aproveitar a vida
Sorrir, brincar e pular,
Pode cair na folia,
De tudo mais pode desfrutar.

Pode beber à vontade,
Cerveja e até batida.
Só não pode misturar
Direção com a bebida.  

Vou de carona  

Ritmo: Saca-Rolha (As águas vão rolar...) Zé da Zilda-Zilda do Zé-Waldir Machado

A festa vai rolar,
Vou de carona então posso aproveitar,
De mão em mão o copo, o copo, o copo passa,
E bebo até eu me fartar,
Mas sem exagerar.

O motorista vai beber “refri”,
Com segurança ele vai nos levar,
Por isso o copo, o copo, o copo passa,
Hoje é só farra! Hoje é só farra!

Autora: Irene Rios

29 de junho de 2012

Saiba de que maneira as manobras no trânsito devem ser sinalizadas para evitar acidentes


É difícil encontrar alguém que não se irrite com esse gesto imprudente no trânsito. O apelo para que a regra seja cumprida já chegou até às redes sociais. Todos, em uma só voz, pedindo: use a seta para indicar manobras no trânsito. Apesar da campanha, é comum encontrar condutores que parecem estar dirigindo sozinhos e que não se preocupam em dizer para os motoristas ao redor o que irão fazer nas pistas. 
 (Greg e Silvino/ DP)


A estudante Marcelle Sales, de 20 anos, pertence ao grupo de pessoas que ficam irritadas quando alguém não sinaliza uma manobra. “Vejo muito motorista assim todos os dias. Sinalização é fundamental, principalmente em um trânsito louco como o do Recife”, diz Marcelle. Ela também relata que seu pai quase se envolveu em um acidente por causa de um condutor imprudente. “A pessoa estava no meio da via e entrou numa rua à esquerda, sem sinalizar, passando pela frente do meu pai, que estava na esquerda”.

O estudante Anderson Bem, 20, também quase se envolveu em acidente por conta da irresponsabilidade de um motorista. “Ele foi da faixa da esquerda para a da direita sem avisar. Tive de desviar para não bater. Se tivesse algum carro na direita, haveria um acidente”, conta o estudante. Ele também diz que faz o máximo para sempre sinalizar. “Infelizmente, às vezes, escorregamos. Mas é preciso estar atento e sinalizar para andar com segurança”.
Para Gomes Filho, planejamento é essencial para não esquecer de usar a seta (Julio Jacobina/DP/D.A Press)
Para Gomes Filho, planejamento é essencial para não esquecer de usar a seta
O instrutor de direção defensiva da Cooperativa Especializada em Trânsito (Coopetrans), Gomes Filho, fala que a falta de uma boa sinalização horizontal nas vias do Recife pode levar os condutores a não sinalizar corretamente. “Muitas vezes, o motorista só sabe que uma obra está acontecendo quando se depara com um cone que indica isso. Na afobação para trocar de faixa, a seta é esquecida”, diz. “É bom também ter um planejamento do percurso. Ao dar uma carona para alguém, por exemplo, o caminho pode mudar no meio da viagem e a seta ser negligenciada pela pressa”.
Marcelle diz que vê muito motorista que não sinaliza suas manobras no Recife (Ricardo Fernandes /DP/D.A Press)
Marcelle diz que vê muito motorista que não sinaliza suas manobras no Recife
O também instrutor da Coopetrans, Reginaldo Honório, aconselha os condutores a usarem a seta mesmo quando não há carros vindo atrás. “Além de ajudar a memorizar a ação, o pedestre saberá para onde o carro vai. Assim, a sinalização nunca será esquecida e quem estiver na calçada também ficará seguro”, garante.


+Saiba mais


Para não esquecer a seta

- Planeje seu percurso para não ser surpreendido durante a viagem; 


- Procure sair com certa antecedência de casa, principalmente se nunca tiver feito o caminho antes;


- Combine com seu carona o percurso que será feito;


- Utilize a seta mesmo quando estiver sozinho em uma via. O costume de sinalizar fará com que você nunca se esqueça da regra e deixará pedestres cientes do movimento do carro.


Quando utilizar


Setas 
- Para mudar de faixa. Ligue a seta para o sentido que deseja ir, olhe o retrovisor para ver se há condição de fazer a manobra e, só então, mude de faixa;


- Na presença de ciclista, carroça ou cone, basta sinalizar com a seta para avisar ao condutor de trás sobre o fato. Mas não é necessário trocar de faixa, basta desviar. 


Pisca alerta 
- Se visualizar inesperadamente algum buraco grande ou animais na via; 


- Avisar ao condutor de trás que irá parar para deixar pedestres atravessarem em faixas sem semáforo. Se o carro de trás vier em alta velocidade, é aconselhavel não parar. É preciso ser solidário, mas a integridade física de todos é prioridade;


- Parar para que passageiros embarquem ou desembarquem no carro;
- Avisar que será solidário e dará a vez para que um motorista que se encontra na via lateral entre no fluxo da via principal. O mesmo deve acontecer se a vez for dada para motorista que estiver saindo de um estacionamento;


- Se estiver procurando vaga de estacionamento. Isso evitará que o carro de trás fique muito próximo e impeça que a manobra de estacionamento seja realizada.


Mãos
- Se as luzes estiverem queimadas, as mãos devem indicar as manobras que o motorista fará. Mas essa deve ser uma solução paliativa. Antes de sair com o carro, todas as luzes devem ser checadas e, em caso de problema, trocadas. 

Fontes: Gomes Filho e Reginaldo Honórios, instrutores de direção defensiva da Coopetrans


Código de Trânsito Brasileiro

- Artigo 43 - O condutor deve indicar, de forma clara, com a antecedência necessária e a sinalização devida, a manobra de redução de velocidade;
- Artigo 196 - Deixar de indicar com antecedência, mediante gesto regulamentar de braço ou luz indicadora de direção do veículo, a realização da manobra de parar o veículo, a mudança de direção ou de faixa de circulação é infração grave, com multa de R$ 127,69 e cinco pontos na carteira;
- Artigo 230 - Conduzir veículos com defeito no sistema de iluminação, de sinalização ou com lâmpadas queimadas é infração média e acarreta multa de R$ 85,13, além de quatro pontos na habilitação.


Vrum 19-06-12

Semana Nacional de Trânsito 2012


publicado em 28 de maio de 2012



SEMANA NACIONAL DE TRÂNSITO 2012
TEMA: “Década Mundial de Ações para a Segurança do Trânsito – 2011/2020: Não exceda a Velocidade, Preserve a Vida”. 

Dando continuidade às ações da Década Mundial de Ação pela Segurança no Trânsito, proclamada pela Organização das Nações Unidas em 2010, o Conselho Nacional de Trânsito definiu o tema da Semana Nacional de Trânsito de 2012.

Atualmente cerca de 2 milhões de pessoas morrem por ano, vítimas da violência no trânsito, e o número de feridos é ainda mais alarmante. Levando em conta que dois dos principais fatores que influenciam no crescimento da taxa de mortalidade no trânsito são a relação “comportamento e segurança dos usuários” e o excesso de velocidade, e os relatórios internacionais sobre acidentes de trânsito, o Contran definiu o tema da Semana Nacional de Trânsito 2012 como: “Década Mundial de Ações para a Segurança do Trânsito – 2011/2020: Não exceda a Velocidade, Preserve a Vida”.

A velocidade é tema inédito na semana nacional, e o principal foco é a conscientização de jovens entre 18 e 25 anos, considerados o grupo mais vulnerável e de maior exposição ao risco de acidentes de trânsito. Para traçar e realizar as ações o Contran definiu como prioridade a necessidade de unir esforços intersetoriais, visando a redução dos acidentes de trânsito.

 
JULIO FERRAZ ARCOVERDE
Presidente do Contran e Diretor do Denatran

12 de abril de 2012

Aprenda a se defender dos motoristas apressados que cortam a frente dos outros


Olá condutores,

Um dos princípios de direção defensiva é: não tenha pressa, seja prudente e faça a coisa certa no trânsito. A coisa certa a fazer é tomar atitudes e decisões seguras e defensivas no trânsito que não coloquem em risco a sua vida e a dos outros.

Pois bem, hoje vamos falar sobre a imprudência e a pressa de alguns motoristas que acham que tem toda prioridade do mundo no trânsito e saem cortando a frente dos outros. Porquê isso acontece? Pressa. Pura pressa, imprudência, desrespeito e falta de civilidade.

Para quê pressa se você já está de carro e vai chegar antes dos pedestres? Por exemplo, já foi constatado que dois condutores numa rodovia que fazem o mesmo percurso, um na velocidade de 80km/h e outro na velocidade de 140km/h chegarão ao mesmo destino com somente 4 minutos de atraso um em relação ao outro. Lembrem-se que a pista nem sempre está livre, ultrapassagem requer cautela, em alguns lugares tem redutores de velocidade e o espaço do trânsito é compartilhado.

Quantas vezes acontece de estarmos dirigindo em acordo com a velocidade e a segurança da via e um apressadinho cola atrás, ultrapassa e acaba emparelhando com a gente na sinaleira/farol/semáforo? Pois é.

E aqueles que no meio de um engarrafamento ficam mudando de faixa, ziguezagueando, e não saem do lugar?

Mas o péssimo exemplo de hoje vem de outros apressados, os patetas do trânsito que resolvem mudar de pista ou faixa em cima da hora e cortam a frente dos outros motoristas. Interessante é que muitos desses motoristas, os apressados, criticam os alunos de auto-escola de ficarem atrasando, empacando o trânsito, ignorando as letras garrafais AUTOESCOLA, APRENDIZ, e quando passam pela gente ainda buzinam ou xingam. Se acontecer, ignorem.

Bem, outra regra de direção defensiva é: se você está numa pista e pretende mudar para a outra para entrar numa rua ou estacionar, faça isso bem antes para não correr o risco de não darem passagem, de pegar a via errada ou continuar quilômetros adiante até achar um retorno. Vejam a foto:


Na foto aí de cima, notem a sinalização pintada no asfalto indicando a sua mão de direção. Significa que nessa pista o condutor só pode ir adiante ou virar à direita. Parece óbvio, né? Mas muitos motoristas experientes dão o péssimo exemplo de ultrapassar em faixa contínua dupla (como na foto), ou lá na frente resolverão cortar a frente de alguém. A dica é: prestem atenção na sinalização pintada na pista e mesmo que não haja sinalização, em caso de pista dupla, vão para a mão certa bem antes e JAMAIS corte a frente de outro motorista em cima de uma rua ou cruzamento. Agora, a foto abaixo.


Foquem no canto esquerdo da foto, onde tem um carro branco e logo atrás um preto. Digamos que o carro branco quisesse entrar na próxima rua à sua esquerda, então ele teria de ficar na mesma faixa do carro preto. Mas, se o motorista do carro branco resolve em cima da hora mudar para a esquerda, ele acaba cortando a frente do outro motorista e o acidente é provocado. É óbvio, previsível, mas muitos motoristas fazem isso diariamente nas ruas das cidades.

Agora foquem no canto direito da foto, e prestem atenção no carro branco um pouco atrás da palavra PARE. Ele pegou a mão, faixa ou pista certa para virar à direita, mas se tivesse um carro do lado dele (onde está vazio na pista) e quisesse virar à direita também, estaria tomando uma atitude imprudente, pois acabaria cortando a frente do carro branco e mesmo que não cortasse, colocaria a si próprio e aos outros motoristas em risco por causa da mudança imprudente de pista.

Então a dica é: se precisarem mudar de faixa para ingressar numa rua, cruzamento, entrar em garagem ou estacionar, mudem bem antes para a pista certa. Não tomem decisões apressadas, em cima da hora e imprudentes "achando" que vai dar. No trânsito, quem acha sempre se perde. O trânsito não perdoa a pressa ou o "vai que dá" porque, quase sempre, não dá.

COMO SE DEFENDER DE UM MOTORISTA APRESSADO QUE CORTA A FRENTE DOS OUTROS

1. Mantenha-se na pista certa para fazer conversão;

2. Olhe nos retrovisores externos, use a seta e sinalize a sua intenção de mudar de pista e só faça isso quando o carro de trás aparecer com a frente toda e com a distância de, pelo menos um carro, no seu retrovisor externo;

3. Mude de pista ou faixa com antecedência;

4. Quando estiver parado numa sinaleira ou cruzamento com mais de uma faixa no mesmo sentido (faixa dupla) fique atento a sinalização do farol, mas "leia" a intenção do outro motorista. Geralmente motoristas que estão na faixa errada e querem entrar na sua frente procuram o olhar do outro motorista, sinalizem com as mãos ou pedem passagem;

5. Nunca confie no outro motorista: não se trata de ser melhor do que os outros, mas os acidentes são provocados quando um motorista deixa de fazer o que tem de ser feito e confia que o outro vai fazer. Daí nenhum dos dois faz e ambos viram estatística;

6. Fique sempre atento e pronto para o caso do motorista da faixa ao lado cortar a sua frente. Se isso acontecer, reduza a velocidade, deixe o pateta do trânsito passar e dê uma buzinada de advertência;

7. Mantenha sempre um carro de distância do carro da frente e nunca freie numa situação em que um motorista corta a sua frente a menos que seja absolutamente necessário. Em saídas de cruzamentos e sinaleiras parece que alguns motoristas vão tirar o pai da forca e costumam não serem prudentes ao ponto de respeitar a distância de segurança do carro da frente.

Não interessa se você é aluno e está dirigindo o carro da autoescola, se é recém-habilitado, se está recomeçando a dirigir ou se já dirige há bastante tempo. Nunca confie no outro motorista, respeite a distância de segurança e ingresse na faixa certa da pista com antecedência.

Dirigir bonito não é dirigir com pressa se achando melhor que os outros; não é sair rápido de cruzamentos para se gabar, muito menos cortar a frente dos outros confiando na habilidade que pensa que tem ou acreditando no "vai que dá". Dirigir bonito é dirigir com segurança, com cautela, defensivamente, por si e pelo outro. Assim, dirigir fica mais gostoso e mais seguro.

Fonte: http://thesys.blog.uol.com.br - Acesso em 12/04/2012