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26 de junho de 2014

Pedestres

Andar é ecologicamente correto, faz bem a saúde, desafoga o trânsito é um meio de locomoção entre os diferentes meios de transporte. Mas, nas ruas, não é só o motorista  que precisa estar atento para evitar acidentes. Pedestres também precisam caminhar com atenção, para que não sejam vítimas de atropelamentos. Lembrando que todo motorista também é pedestre.
Dados da Seguradora Líder DPVAT, apontam que os pedestres ficaram em segundo lugar do total de indenizações pagas entre janeiro e março deste ano, representando 32.285. Cerca de 31% dos pagamentos para acidentes fatais  e de 20% para aqueles com invalidez permanente, foram destinados a esse tipo de vítima.
Além dos princípios básicos para a segurança do pedestre como observar o tráfego e olhar atentamente em todas as direções ao atravessar a rua, há outros cuidados que ajudarão a fazer do trânsito de quem caminha pelas ruas cada vez mais seguro.
Fonte: http://www.onsv.org.br/ver/pedestres-454 - Acesso em 26/06/2014

20 de maio de 2013

Tema da Semana Nacional de Trânsito - 2013


Orientações/Diretrizes para as campanhas da Semana Nacional de Trânsito de 2013

1) Publicação das Leis 11705/98 (LEI SECA I) e 12.760/12 (LEI SECA II). O Brasil pode ser classificado como integrante do grupo dos que adotam forte rigor legal, como consequência de uma política pública que levou em conta os anseios da sociedade e as nefastas conseqüências dessa perigosa mistura constatadas pelos dados dos órgãos oficiais;

2) Lei seca II - dúvidas e velhos mitos (implicações legais do uso de enxaguantes bucais; os riscos de consumo de alimentos temperados ou que contenham álcool (bombons aromatizados com licor e carnes ao vinho);

3) Tirar o foco no produto (bebidas alcoólicas) e nas razões de seu uso e consumo (lazer e diversão) e mirar nos efeitos dos componentes químicos presentes nas drogas lícitas (álcool e medicamentos receitados) e ilícitas que afetam a coordenação motora, as condições psíquicas e o tirocínio de quem os consumiram e/ou usaram;

4) Contemplar não apenas o condutor como público alvo, mas também o pedestre e o ciclista que, forçosamente, dividem o mesmo espaço físico no trânsito (ruas, estradas e rodovias) em absoluta desvantagem com seus oponentes (motos, carros, ônibus e caminhões) mais poderosos e extremamente letais. Para esses personagens não motorizados do trânsito brasileiro estar sóbrio, atento e capaz de reagir com a rapidez necessária à cada situação de risco a que está afeito passa a ser fundamental para a sua segurança.

Fonte: http://www.denatran.gov.br/campanhas/semana/2013/snt2013.htm - Acesso em 18/05/2013

Campanha para motoristas profissionais estrelada pela Paula Fernandes 

 

Drogas ao volante exige urgente fiscalização

Por Milton Corrêa da Costa


A notícia, tempos atrás, de que São Paulo deu início à fiscalização para detectar, através do teste da saliva, o uso da maconha e de outras drogas por motoristas, mostra que não só o álcool, mas também o uso de entorpecentes ao volante constitui causa de grandes tragédias no trânsito brasileiro.
No ano de 2011, um laudo do Instituto Médico Legal de São Paulo, mostrou que o motorista de um caminhão que atropelou e matou cinco trabalhadores na rodovia Anhanguera havia usado cocaína. O exame de urina comprovou que o caminhoneiro usou a substância tóxica. Em depoimento, ele confessou também que havia ingerido oito comprimidos de “rebite” (comprimidos à base de anfetamina para minimizar o sono), além de ter tomado cachaça. Não dormia há 20 horas. O caminhoneiro afirmou aos policiais que o veículo havia perdido o freio e por isto ocorreu o acidente, mas o laudo da perícia mostrou que não houve falha mecânica. O motorista também apresentava sinais de entorpecimento e fala confusa. Caso seja condenado por homicídio doloso, poderá pegar até 30 anos de prisão, tendo direito, porém a todas as benesses, recursos e brechas próprias da misericordiosa lei penal brasileira.

Se desejássemos saber hoje quantos motoristas, nos últimos 10 anos, envolvidos em graves acidentes no país, morreram ou mataram por estarem sob o efeito de substâncias entorpecentes ou de álcool, não saberíamos responder. Não há estatísticas confiáveis sobre tal tema. Esse fato demonstra, apesar dos inegáveis resultados positivos até aqui obtidos com a implantação da Lei Seca, o quanto ainda somos atrasados, em relação a países de primeiro mundo, em termos de segurança de trânsito e na fiscalização de motoristas drogados.

Um estudo apresentado num congresso médico na França, em 2005, mostrou que cerca de 40% das pessoas, com menos de 30 anos, que morreram em acidentes rodoviários naquele país, entre 2001 e 2004, dirigiam sob o efeito de maconha. Entre os mortos ao volante, que haviam fumado a droga – cerca de 800 pessoas por ano – quase 3/4 o fizeram uma hora antes do acidente. Hoje na França os motoristas parados em operações de trânsito têm que mostrar a língua para os policiais.

No Rio de Janeiro, já foi prometido, há algum tempo, o uso de uma espécie de ‘bafômetro antidrogas’, em operações da Lei Seca. Um aparelho que iria detectar, através da saliva, o uso de outras drogas porventura usadas pelos motoristas, tais como maconha, cocaína, ecstasy ou excesso de calmante.
O resultado, após colhida por uma paleta a saliva do condutor e levada a amostra ao novo aparelho, sairia em 5 minutos. Até agora não se sabe em verdade se haverá realmente tal tipo de fiscalização. São Paulo saiu na frente, ainda que o aparelho empregado, embora anunciado homologado pela ANVISA, necessite de regulamentação do Contran, não valendo o teste como prova final para punir motoristas.

Na França, a infração de conduzir um veículo sob o efeito de drogas é ainda menos tolerada em comparação ao álcool. O motorista pode ser condenado a dois anos de prisão, multa de 4,5 mil euros (mais de R$ 10 mil) e a suspensão da carteira de motorista por até três anos.
Após o sucesso da Lei Seca, com apoio progressivo de motoristas – muitos mudaram de comportamento – falta agora ao trânsito brasileiro também inibir o uso de substâncias entorpecentes ao volante. Trânsito é meio de vida, e drogados e alcoolizados ao volante são uma perigosa ameaça à vida humana. Não há dúvida.

Fonte:
http://portaldotransito.com.br/blog/post/drogas-ao-volante-exige-urgente-fiscalizacao - Acesso em 21/05/2013

Saiba mais!

23 de fevereiro de 2012

Física às margens da CAMPANHA PELA VIDA DA CRIANÇA NO TRÂNSITO


Em caso de acidente, que esteja usando o cinto!
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Assista ao vídeo, antes da leitura do texto:




O pai - dirigindo o carro - está de cinto. Ele colocou o cinto em si mesmo.

As crianças, no banco traseiro, estão sem cinto. Elas não colocaram seus cintos!

Não colocaram porque não sabem que precisam? Não colocaram porque não quiseram colocar? Ou não colocaram porque nem lembraram? Não importa! Era do pai a responsabilidade de fazê-las andar em segurança, com o cinto de segurança.

Se elas não sabiam: responsabilidade do pai ensinar-lhes, que se o carro for parado bruscamente, pelos freios ou por um obstáculo (em caso de colisão) é o cinto de segurança que as segura, fazendo-as parar e impedindo que se machuquem.

Se elas não quiseram: responsabilidade do pai mandar, exigir, determinar que coloquem os cintos. Se elas não querem colocar o cinto, mas também não querem machucar-se. Assim como não querem ver um ao outro, ou o pai, machucado.

Se elas não lembraram: era do pai a responsabilidade de lembrar-lhes. Crianças vivem mais sob o princípio do prazer do que pelo princípio da responsabilidade. Por isso é mais fácil que elas esqueçam do que precisam fazer para não se machucarem.

O que é fato: se não sabiam (e não foram ensinadas), ou não queriam (e não foram avisadas), ou nem lembraram (e não foram lembradas) - de colocar o cinto -, na colisão, o resultado é o mesmo!

Com a batida, o carro da frente (o obstáculo) parou o carro vermelho, impedindo-o de continuar seu movimento. O cinto parou o pai (motorista). As crianças, porém, não tendo nada que as segurasse, continuaram movendo-se como antes da colisão. Porque é assim que as coisas em movimento se comportam: continuam seus movimentos até que uma força faça-os cessar ou mesmo os modifique.

O cinto de segurança não tem a função de impedir a colisão, mas pode reduzir os danos causados pela inércia.

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O pai (motorista) SABE que numa colisão o cinto impede que as crianças continuem se movendo para a frente e evita que se machuquem contra os bancos da frente ou mesmo o para-brisas.

Ele NÃO QUER, certamente, que seus filhos se machuquem.

Será que NÃO LEMBROU de por os cintos nas crianças(ou pedir que pusessem elas mesmas)?





A colisão, agora iminente, é um perigo para o pai e seus filhos. Há pouco ele ria; distraído com a brincadeira das crianças. Agora, a consciência (tardia) do perigo suscita o medo. Daí o susto! Tarde demais... Ainda que houvesse tempo parar lembrar que seus filhos viajavam sem cintos, nada poderia fazer. Ainda que quisesse, não poderia segurá-las!


A colisão com o obstáculo faz o carro parar bruscamente. Ocorre uma desaceleração, brusca e forçada, que reduz a velocidade do carro desde o valor inicial (quanto estaria marcando o velocímetro antes do ocorrido?) até zero, num intervalo de tempo muito curto.



As crianças, e o pai, se moviam com a mesma velocidade do carro. A colisão parou o carro. O cinto de segurança parou o pai. Sem o cinto de segurança para segurar as crianças...


O cinto não teria evitado o acidente, mas impediria que as crianças continuassem se movendo. Isso evitaria que colidissem contra o para-brisas e o resto você já viu...

Fonte: