15 de setembro de 2011

5ª tarefa da Gincana Cultural de Trânsito de São José

5ª Tarefa: Jornal Escolar.

Disciplina Curricular: Poderão ser trabalhadas todas as disciplinas, conforme o conteúdo do jornal apresentado.

Hora de Fazer

Você, como professor, deverá coordenar os trabalhos. A redação de um jornal inclui: a escolha dos assuntos, a distribuição das tarefas, a discussão do material apurado e o que deverá ser publicado, a produção de textos e ilustrações, a definição de títulos e páginas.

Na primeira reunião você, com o grupo, deverá definir quem ficará responsável por cada área do jornal. O professor poderá contar com o auxílio de um aluno/editor, que o auxiliará na revisão do material apurado pelos alunos/repórteres, alunos/pesquisadores, alunos/fotógrafos e assim por diante.

Lembre-se de explorar os dons naturais dos seus alunos: aquele que desenha pode ilustrar algum texto definido pelo grupo, outro que fotografa bem pode ficar responsável pelas imagens dos temas explorados na edição a ser lançada. etc.

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Pautas

Que assuntos serão abordados no jornal? De preferência, aqueles diretamente ligados aos interesses dos alunos. É bom lembrar que qualquer fato ou evento ocorrido na escola e/ou comunidade pode ser objeto de matéria.

Aí vão algumas sugestões:

- A participação de times da escola em eventos esportivos internos ou externos
- Passeios que turmas da escola tenham feito

- Programação de atividades da escola para o período

- Alunos que se destacam na música, artes, esportes
- Entrevistas
- Crônicas sobre temas discutidos em sala de aula
- Coluna social da escola
- Poesias e textos selecionados de alunos.
- Dicas de cinema, tv, teatro, vídeo, livros, etc
- Pesquisa de opinião entre alunos sobre temas específicos (ex. Você é a favor da pena de morte?)
- Experiências de destaque nas aulas de ciências .

- Colaboração de pais de alunos e de professores.

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Matérias

1 - Reportagens: Quem? Quando? Onde? Por quê? Como? - estas perguntas devem ser respondidas no texto. O repórter vai atrás dos acontecimentos, obtém informações de diferentes fontes (pessoas) e escreve um texto resumindo as idéias e o fato.

2 - Entrevistas: As entrevistas do tipo pergunta e resposta, também chamadas pingue-pongue, são as mais comuns. A opinião de uma pessoa ou seu ponto de vista sobre determinado assunto são transcritos, juntamente com as perguntas do repórter. Uma introdução apresenta o entrevistado e o assunto.

3 - Artigo: É um texto opinativo (um professor ou um aluno pode falar sobre algum tema polêmico, por exemplo).

4 - Crítica: É a opinião do repórter a respeito de um livro, um filme, um disco, um programa de TV, etc.

5 - Serviços: Informações que podem ser úteis ao leitor, como a agenda de eventos da escola.

6 - Editorial: É a opinião do jornal sobre algum assunto importante e atual. A equipe do jornal pode definir, a cada edição, quem ficará responsável por ele.

7 - Anúncios: Que tal aproveitar para criar uma coluna de classificados, onde os alunos possam trocar, vender, enviar mensagens, ofertar serviços?

8 - Enquete, pesquisa de opinião: Escolha um tema que mereça ser pesquisado - qual a opinião dos estudantes sobre ele? Outra idéia é descobrir o perfil dos estudantes da escola através de pesquisas.

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Diagramação


É normal, após a coleta final, você perceber que há mais material do que espaço disponível, ou que alguns textos ficaram longos demais. Lembre-se: não adianta sacrificar o visual do jornal para colocar todo o material que há em mãos. Ou a equipe do jornal correrá o risco de realizar um trabalho que poucos terão vontade de ler. Portanto, use uma tesourinha imaginária e corte o que for necessário. O que restar poderá ser utilizado na edição seguinte.


Depois de revisar todo o material, é hora de fazer os títulos, que devem ser chamativos e retratar o conteúdo da matéria publicada - não vale vender gato por lebre.


Fontes Bibliográficas:

Freinet - Evolução Histórica e Atualidades - Rosa Maria Whitaker - Editora Scipione

Aventura Jornalística Estadão - Como fazer jornal - Jornal O Estado de São Paulo

Jornal na Educação - Considerações Pedagógicas e Operacionais - Sívia Costa - Edição do autor

Vamos fazer um jornal? - Elisabeth Maggio e Fábio Sgroi - Editora Moderna

Folha Educação - Programa Leitura de Jornal - Jornal Folha de São Paulo



14 de setembro de 2011

Conteúdos de Educação para o Trânsito para Crianças e Adolescentes

O que ensinar às crianças e aos adolescentes.

Antes de planejar as atividades educativas de trânsito, é importante verificar os dados estatísticos da área estudada, a fim de averiguar as principais causas da violência viária envolvendo crianças. É recomendável que, antes da escolha dos conteúdos a serem ensinados às crianças, seja realizada uma pesquisa para verificar a percepção que elas apresentam sobre os riscos no trânsito.

Uma pesquisa de percepção com crianças e adolescentes deve apresentar as seguintes caractetristicas:

Incluir técnicas compatíveis com a idade do público alvo.

Ser agradável, motivante e não inibidora.

Ser adequada às habilidades desta faixa etária (não exigir que crianças menores escrevam).

Explorar a capacidade imaginativa e a curiosidade das crianças.

Explorar o questionamento natural dos adolescentes.

Utilizar métodos alternativos (vídeo, fitas cassete, fotos etc).

Explorar a verbalização, através de grupos de discussão para obter a percepção tanto cognitiva (condições seguras, inseguras), quanto emocional (sentimento de medo, ameaça etc). (CLAYTON, 1995 apud FARIA, 2002, p. 124).

A pesquisa pode ser realizada de forma verbal através de (entrevista, descrição oral e outros) ou não-verbal (questionário, texto, observação, desenho e outros). Ela trará subsídios para a escolha do foco e para o desenvolvimento dos objetivos da atividade educativa de trânsito. A partir dela, é possível verificar quais conhecimen

tos as crianças e os adolescentes já possuem e quais são necessários enfatizar.

A seguir será apresentada uma relação de conteúdos que devem ser trabalhados com crianças e os adolescentes, caso seja constatado, através de pré-teste que eles não possuem esses conhecimentos interiorizados.

Devemos instruir as crianças a:

Respeitar as regras de trânsito e possuir atitudes que priorizem a prevenção à violência viária são essenciais ao transitar. Por isso, ao educar crianças e adolescentes para o trânsito, é fundamental incentivar as boas condutas.

A seguir são apresentadas dicas de boas condutas no trânsito.

  • Caminhar e serem bons pedestres.Compreender e obedecer aos sinais de trânsito.
  • Olhar para os dois lados várias vezes antes de atravessar a rua e só atravessar quando a rua estiver livre, continuando a olhar para os lados enquanto atravessa.Usar a faixa de pedestres, sempre olhando para os dois lados para ver se todos os veículos pararam.
  • Atravessar em linha reta.
  • Quando não houver faixa de pedestre, procurar outros locais seguros para atravessar, em passarelas ou próximo a lombadas eletrônicas, por exemplo, onde possa ver e ser vista pelos motoristas.
  • Brincar apenas em locais longe do tráfego de veículos.
  • Caminhar pela calçada, prestando atenção nas entradas e saídas de veículos das garagens.
  • Onde não houver calçadas, caminhar de frente para o tráfego (no sentido contrário aos veículos) para ver e ser vista.
  • Sempre que estiver caminhando com mais pessoas, é preciso caminhar em fila única.
  • Prestar atenção nos carros que estão virando ou dando ré.
  • Sempre que desembarcar do ônibus, esperar que o veículo pare totalmente e aguardar que ele se afaste para atravessar a rua.
  • Andar de bicicleta, preferencialmente longe do tráfego de veículos.
  • Usar a ciclovia ou ciclofaixa, ao pedalar. Onde não houver, andar a direita dos veículos no sentido do trânsito, mas apenas quando já tiver idade e habilidades para o trânsito.
  • Quando estiver pedalando, num cruzamento, olhar para trás e esperar o trânsito que vem antes de virar para a esquerda, antes de entrar numa rua, parar e olhar para a esquerda, para a direita e para a esquerda novamente.
  • Evitar andar de bicicleta à noite. Se precisar pedalar no escuro, usar material refletor na roupa, na bicicleta e nos demais equipamentos.
  • Quando andar de ônibus, esperar que ele pare totalmente para embarcar, afivelar o cinto de segurança, ficar sentado enquanto o veículo estiver em movimento, descer do ônibus somente depois que ele parar totalmente, falar com os pais sobre o que acontece durante a viagem.
  • Utilizar sempre o cinto de segurança ao viajar de automóvel, se tiver menos de 10 anos, sentar no banco de trás, se a idade for inferior a sete anos e meio usar o assento de elevação e se for inferior a quatro anos a cadeirinha.
  • Ir de carona em motocicleta apenas após os sete anos de idade, usando o capacete.

As orientações acima representam alguns cuidados pessoais que visam a garantia da segurança viária ao caminhar, ao andar de bicicleta e ao transitar como passageiro de automóvel e de transporte coletivo. Devem ser construídas junto às crianças e adolescentes, com boa argumentação, que justifique seu cumprimento, esclarecendo os riscos que estarão sujeitos caso deixem de cumpri-las.

Boas Condutas

Na criança construímos, no adolescente e no adulto reformamos. Os valores construídos na infância serão usados em toda vida. Portanto, devemos construir junto as crianças boas condutas, ou seja valores positivos para que no futuro venham a ser condutores conscientes de sues direitos e deveres.


Que valores devem ser construídos junto às crianças?


Respeito: incentivar a criança a esperar a vez de falar, a ceder seu assento aos idosos, gestantes e pessoas que possuem deficiência, a aguardar na fila, a praticar as boas maneiras como: pedir licença, por favor, agradecer. A criança que pratica o respeito em seu dia a dia será um motorista que respeitará as sinalizações, os espaços públicos e os personagens do trânsito como: pedestres, ciclistas, motoristas e motoqueiros, aceitando as diferenças de idade, de raça, de classe social e cultural.

Responsabilidade: estimular a criança a pensar antes de tomar atitudes que possam causar prejuízos a si e aos outros, a assumir seus erros, a pedir desculpas, a repetir a ação consertando o erro. Atitudes como essas, irão refletir quando forem motoristas, ou seja, farão com se tornem condutores capazes de medir as consequências antes de cometer imprudências no trânsito, e assim não as cometendo.

Autonomia: as pessoas, desde a infância, precisam se amar, se valorizar, se cuidar, acreditar em seu potencial, ter personalidade. O jovem com autonomia, por exemplo, será capaz de dizer não ao convite para cometer infrações no trânsito como: dirigir sob efeito de bebida alcoólica ou fazer “racha”.

Tolerância e Paciência: estimular a criança a manter a calma, a ter paciência; a enfrentar e suportar as dificuldades, visto que ela precisará ter essas qualidades para garantir a segurança no trânsito.

Cooperação: participar das atividades escolares, colaborar para as mudanças e melhorias no ambiente familiar e escolar são ações que devemos incentivar nas crianças. Futuramente elas também precisarão cooperar no trânsito, facilitando a ultrapassagem de outro motorista, por exemplo.

Solidariedade: é uma qualidade que visa bem comum, a coletividade. No trânsito, o motorista solidário preocupa-se também com o pedestre, com o ciclista, com o passageiro de ônibus, da mesma forma como o pedestre solidário preocupa-se com o motorista, com o ciclista e os demais cidadãos presentes nas vias. As crianças aprendem a ser solidárias quando as incentivamos a ajudar o colega, a doar os brinquedos que não usam mais, por exemplo.

Vida: Fazer com que elas percebam o prazer das pequenas coisas, a amar a vida, a sorrir, a brincar, ser otimista, cuidar da saúde e da segurança, são atributos que devemos cultivar nas crianças. Quem possui essas características certamente irá preservar a vida e será prudente no trânsito.

A criança educada seguindo esses valores poderá apresentar uma conduta que é desejável no trânsito, ou seja, essa criança poderá, por exemplo, na escola, resolver as questões da prova sem colar, mesmo sem a supervisão do professor, e futuramente, no trânsito, possivelmente será um motorista educado, ou seja, irá dirigir com prudência, sem a necessidade da fiscalização dos agentes de trânsito.

Irene Rios da Silva

1 de setembro de 2011

Palestra realizada com adolescentes



Trânsito! Fala Sério!

Palestra realizada no Projeto Pescar - Lojar Renner - dia 03 de agosto de 2011, por Irene Rios - Setor de Educação para o Trânsito - Guarda Municipal de São José.

12 de agosto de 2011

Quarta Tarefa da Gincana Cultural de Trânsito de São José

Maquete de Trânsito

Disciplina Curricular: Geografia

Dica: Desenvolver a maquete da maneira que você deseja que seja a sinalização viária em seu bairro, proporcionando segurança a todos: pedestres, cadeirantes, ciclistas, motociclistas, motoristas, passageiros de transporte coletivo e outros.

Exemplos de Maquete

Mapa do endereço da Secretaria de Segurança, Defesa Social e Trânsito de São José - SC.

Fonte: http://maps.google.com.br/maps?hl=pt-BR&tab=wl

Digite um endereço do seu bairro e obtenha o mapa!